Formiga.

Unidade 3 · Nível 2 · Títulos e a metade chata

2022: o ano em que o 'seguro' caiu

Em 2022, a inflação disparou e os bancos centrais subiram as taxas de perto de zero numa velocidade histórica. Índices globais de títulos caíram dois dígitos, o pior ano em décadas. Fundos de títulos longos derreteram 25-30%, e o famoso título de 100 anos da Áustria perdeu mais de 60% do topo. Poupadores que tinham comprado títulos 'para ficar seguros' ficaram atônitos. A gangorra e a duration explicam cada pedaço disso.

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O que você vai responder

  1. Por que exatamente os títulos apanharam tão feio em 2022?

    Yields iniciais perto de 0% significavam quase nenhuma renda de cupom para compensar as quedas de preço, e as taxas subindo vários pontos de uma vez bateram forte. A gangorra despencou da pior posição inicial possível.

  2. Carteiras clássicas 60/40 (ações/títulos) tiveram um 2022 miserável porque...

    Títulos costumam amortecer os crashes de ações, mas o vilão de 2022 foi a inflação, que envenena os dois ao mesmo tempo. Lembre do alerta da unidade dois: nenhuma proteção funciona em todo tipo de tempestade.

  3. Os títulos caíram forte em 2022 porque as taxas subiram rápido de perto de ___.

    De 4%, uma alta de 1 ponto arde; de 0%, a escalada até 3-4% foi um reprecificamento de várias vezes sem amortecimento de renda. Onde os yields COMEÇAM determina quanto espaço há para cair.

  4. Ligue cada ingrediente de 2022 ao seu papel no estrago

    Quatro ingredientes, uma bagunça histórica. Qualquer um sozinho é sobrevivível; 2022 serviu os quatro ao mesmo tempo.

  5. Qual o lado bom DEPOIS de um crash de títulos como o de 2022?

    O crash FOI o reprecificamento: novos compradores em 2023 pegaram yields de 3-4% em vez de zero. Para títulos, quedas dolorosas de preço e retornos futuros melhores são dois lados da mesma gangorra. 🐜

O resto desta unidade

A gangorra entre yields e preços, e o ano em que o 'seguro' caiu dois dígitos.