Unidade 2 · Nível 1 · Vieses cognitivos
Recência e ancoragem
Dois vieses se revezam contra o seu senso de preço. O viés de recência projeta o passado recente para frente: três anos verdes começam a parecer lei da natureza. A ancoragem prende o seu julgamento a um número de referência, normalmente o primeiro que você viu: a sua entrada, ou a máxima histórica. Nenhum dos dois números sabe nada sobre amanhã.
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O que você vai responder
'Chegou a €300 no ano passado, então a €100 está obviamente barata.' Qual é a falha?
Muitos ativos nunca mais veem a máxima antiga. O Nasdaq precisou de 15 anos, e muitas moedas de 2021 nunca vão ver. 'Mais barato que antes' não é 'barato'.
Ligue o viés à sua voz
Mesma engrenagem, pontos de referência diferentes. Toda vez que um número velho e específico dirige a decisão de hoje, tem uma âncora ao volante.
Depois de três anos verdes seguidos, esperar um quarto 'porque sempre foi assim' é viés de ___.
O viés de recência é a razão de as multidões estarem mais altistas nos topos e mais baixistas nos fundos: o passado recente simplesmente parece o futuro.
Uma moeda caiu 90% desde a máxima de 2021. Compradores ancorados na máxima histórica dizem que está barata. O que ela ainda pode fazer?
De −90% para −99% é outra perda de −90% para quem comprou agora. Muitos tokens de 2021 fizeram exatamente isso. 'Caiu muito' é um histórico, não um piso.
O jeito à prova de âncoras de julgar um preço:
O mercado precifica o futuro; as âncoras vivem no passado. Você compraria hoje, a este preço, sabendo o que sabe agora? Essa pergunta solta todas as âncoras. 🐜
O resto desta unidade
Aversão à perda, câmaras de eco, âncoras, arrogância: os bugs no firmware mental de todo mundo.