Unidade 1 · Nível 2 · O que o risco realmente é
Vivendo o −30%
Em 2008-09 o S&P 500 caiu cerca de 57% do pico. €100.000 viraram uns €43.000 no extrato. Para quem segurou, ele se recuperou e foi muito além. Um drawdown é a distância do último pico até o fundo atual, e as ações servem um −30% mais ou menos uma vez por década. A matemática de sair da cova é mais cruel do que a maioria espera.
Grátis. Sem anúncios, sem token e sem conta para começar.
O que você vai responder
Sua carteira cai 20%, de €10.000 para €8.000. Que percentual de GANHO você precisa agora só para voltar a €10.000?
Você precisa de €2.000 de crescimento sobre uma base de €8.000, o que é 25%, não 20%. Perdas e ganhos não são simétricos, porque a recuperação parte de uma base menor.
Ligue cada drawdown ao ganho necessário para empatar
A cova fica mais funda mais rápido do que parece: perca metade, você precisa dobrar; perca 90%, você precisa multiplicar por 10. Essa assimetria é o motivo de evitar perdas catastróficas vencer perseguir ganhos espetaculares.
Uma queda de 50% precisa de um ganho de ___ só para voltar ao empate.
Dinheiro pela metade precisa dobrar para se recuperar. A regra do 1% do curso de Trading existe exatamente por isso: perdas pequenas são baratas de consertar, as grandes são brutais.
Por que os investidores dizem que uma perda de −50% é muito MAIS que o dobro de ruim de uma perda de −25%?
−25% precisa de +33% para curar; −50% precisa de +100%. O peso da recuperação mais ou menos triplica enquanto a perda apenas dobra, então a profundidade é desproporcionalmente cara.
O que melhor te prepara para sobreviver a um ano de −30% com o plano intacto?
Você não pode driblar os drawdowns, mas pode pré-decidir sua resposta e manter o dinheiro de curto prazo fora da tempestade. O investidor que espera −30% trata isso como clima; o que não espera trata como emergência. 🐜
O resto desta unidade
Oscilações, crashes e estômagos: separar a dor temporária do dano permanente.