Unidade 3 · Nível 3 · Stablecoins e yield
O checklist do yield
Lá na Liga 1 você aprendeu o mantra: sempre pergunte de onde o yield vem. Essa pergunta teria salvado todo depositante da Anchor. Agora transforme ela num checklist: Qual é a origem? Em que token é pago? Quão rápido o APY derrete conforme o dinheiro se acumula? Impermanent loss e gas comem o lucro? Rode esses quatro antes do seu dinheiro se mexer, não depois.
Grátis. Sem anúncios, sem token e sem conta para começar.
O que você vai responder
Uma farm anuncia 2% por semana. Como taxa anual simples (2 × 52 semanas), que porcentagem é essa?
104% ao ano. Um número tão alto já é um teste de cheiro por si só: receita real de fee ou juros quase nunca paga isso; emissões quase sempre pagam.
Essa farm de 104% paga recompensas no próprio token. O que normalmente derrete primeiro?
O APY é cotado num token sob pressão constante de venda das próprias pessoas que o ganham. O anúncio diz 104%; o gráfico do token diz outra coisa.
Rode o checklist do yield na ordem certa:
Origem primeiro, tamanho por último. A maioria dos desastres de yield falha no passo um: o depositante nunca soube quem deveria estar pagando ele.
Yields altos tendem a ___ conforme mais capital se acumula na mesma oportunidade.
Os mesmos fees divididos entre mais depositantes significam uma fatia menor para cada um. O APY do print de ontem não é o de amanhã, porque a diluição é embutida.
Qual é o melhor sinal de um yield SUSTENTÁVEL?
Yield sustentável sobrevive ao fim do subsídio; yield que derrete É o subsídio. Se a resposta para 'de onde vem?' é uso real, você achou o tipo bom e raro. 🐜
O resto desta unidade
Todo APY tem uma origem: fees, quem toma emprestado, ou tokens recém-impressos.