Unidade 2 · Nível 3 · Empréstimos e tomadas
Empréstimos sem confiança
Um banco te empresta dinheiro porque sabe seu nome, seu salário e tem um tribunal que pode te perseguir. Um protocolo DeFi como a Aave não sabe nada disso: você é só um endereço de wallet. Então ele inverte o acordo e faz você travar MAIS valor do que toma emprestado. Quer 100 euros? Deposite 150 euros ou mais de cripto primeiro. Se você sumir, o protocolo não te persegue; ele já segura o colateral.
Grátis. Sem anúncios, sem token e sem conta para começar.
O que você vai responder
Por que empréstimos DeFi exigem 150%+ de colateral quando bancos muitas vezes não exigem nada?
Sem score de crédito, sem tribunal, sem cobrador: o colateral É a execução. A folga acima de 100% absorve as oscilações de preço da cripto antes de a dívida ficar submersa.
Você deposita 2.000 euros de ETH como colateral e toma emprestado 1.000 euros de stablecoins. Qual é seu loan-to-value (LTV), em porcentagem?
1.000 euros ÷ 2.000 euros = 50%. Quanto menor seu LTV, mais seu colateral pode cair antes da liquidação. Pense nisso como sua margem de segurança.
No lending DeFi, seu ___ é a única coisa que lastreia seu empréstimo.
O protocolo nunca pergunta quem você é, só o que você travou. É por isso que esses empréstimos são 'trustless': o código confia em ativos, não em pessoas.
Ligue cada papel num pool de lending:
É um mercado de dois lados rodado por código: quando quase tudo está emprestado, as taxas disparam para atrair depósitos e empurrar os tomadores a pagar.
Você deposita stablecoins num pool de lending e ganha 4%. Quem está de fato te pagando?
O mesmo mantra de sempre: de onde vem o yield? Aqui a resposta é honesta: juros dos tomadores, menos uma pequena fatia do protocolo. A demanda é real, então o yield é real. 🐜
O resto desta unidade
Empréstimos sem análise de crédito: só colateral, matemática e um bot de liquidação vigiando.