Unidade 1 · Nível 2 · Ethereum e o mundo EVM
O computador mundial
Em 2013, um jovem de 19 anos chamado Vitalik Buterin perguntou: por que uma blockchain só deveria mover moedas? E se ela pudesse rodar qualquer programa? O Ethereum lançou em julho de 2015 sendo exatamente isso: um 'computador mundial' onde milhares de máquinas executam o mesmo código e concordam no resultado. Programas implantados lá se chamam smart contracts, e uma vez no ar, ninguém pode puxar o plugue deles em silêncio.
Grátis. Sem anúncios, sem token e sem conta para começar.
O que você vai responder
O que o Ethereum adicionou à ideia central do Bitcoin?
O Bitcoin é um livro-razão pra um ativo. O Ethereum generalizou a ideia num computador compartilhado onde qualquer um pode implantar código que todos podem usar e verificar.
Um 'smart contract' é mais bem descrito como...
Apesar do nome, não é nem inteligente nem um contrato jurídico. É um programa que faz exatamente o que foi escrito pra fazer, toda vez, pra qualquer um.
Uma máquina de venda automática pega suas moedas e solta um lanche sem atendente envolvido. Smart contracts funcionam do mesmo jeito, cumprindo o acordo sem ___.
Essa é a promessa central: as regras são cumpridas por código rodando em milhares de máquinas, não por uma empresa em que você precisa confiar.
Ligue cada peça do mundo Ethereum ao que ela é
O Bitcoin é uma calculadora que faz uma coisa brilhantemente; o Ethereum é um computador que roda o que você carregar nele, e o ETH é o que alimenta o medidor.
Por que as pessoas chamam smart contracts de 'programas imparáveis'?
O código vive em milhares de máquinas independentes ao mesmo tempo, então não tem botão de desligar pra achar. Esse poder corta dos dois lados, porque bugs são igualmente imparáveis. 🐜
O resto desta unidade
Um computador mundial movido a gas, e a metade padrão que a cripto copiou.